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Todo mundo sabe que no Brasil ainda há muita gente desempregada, um grande número de pessoas está na informalidade e grande parte dos que estão empregados trabalham longas jornadas. Por isto, defendemos a aprovação do projeto de emenda constitucional que prevê a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, como um instrumento importante para gerar empregos de qualidade e melhorar as condições de vida dos trabalhadores.

Esta redução pode impulsionar a economia brasileira com: a geração de novos postos de trabalho; a diminuição do desemprego, da informalidade e da precarização; e o aumento da massa salarial e da produtividade do trabalho. Teríamos, então, como conseqüência, o crescimento do consumo e o aumento da produção. É assim que um país se desenvolve!

Aspectos sociais também merecem ser destacados. As horas excessivas de trabalho são ruins para a saúde e para a segurança dos trabalhadores e, conseqüentemente, pouco produtivas para as empresas. Com a redução da jornada, os governos poderão estimular as empresas a investirem em equipamentos, em tecnologia e na qualificação dos trabalhadores, melhorando a produtividade e permitindo mais tempo para os trabalhadores dedicarem-se às suas famílias, ao lazer e às áreas do conhecimento.

Assine o abaixo-assinado pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial e participe das manifestações que serão organizadas pelas centrais sindicais e pelo nosso Sindicato. Seu papel nesta história é fundamental!
Chiquinho Pereira
Presidente licenciado do Sindicato e Secretário Nacional de Organização e Políticas Sindicais da UGT – União Geral dos Trabalhadores

FONTE: Sindicato de panicação e confeitaria de São Paulo.

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O Sindicato dos Padeiros de São Paulo participou, na segunda-feira, 11 de fevereiro, às 10 horas, na Praça Ramos de Azevedo, centro de São Paulo, do lançamento oficial da Campanha pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução Salarial, organizada pelas centrais sindicais. Hoje, a jornada oficial é de 44 horas semanais.

O presidente licenciado do nosso Sindicato, Chiquinho Pereira, Secretário Nacional de Organização e Políticas Sindicais da UGT, esteve presente ao evento. “A redução da jornada de trabalho sem redução salarial é um instrumento importante para gerar empregos de qualidade, melhorar as condições de vida e de trabalho e aumentar a produtividade das empresas”, salientou Chiquinho.

Abaixo-assinado:
Durante a campanha, as centrais sindicais e os sindicatos estarão realizando um abaixo-assinado para coletar mais de um 1,3 milhão de assinaturas pedindo a redução da jornada de trabalho. As assinaturas serão coletadas em todo o País até o dia 1º de Maio e, posteriormente, encaminhadas ao Congresso Nacional, para pressionar os parlamentares a aprovar emenda à Constituição reduzindo a jornada.

FONTE: Sindicato dos trabalhadores nas indútrias de panificação e confeitaria de São Paulo

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Imagine o que é ter de restringir a dieta e ir ao supermercado sempre com a obrigação de procurar a inscrição “não contém glúten” nas embalagens dos alimentos antes de colocá-los no caminho. Ao chegar em casa, a preocupação passa a ser o preparo e o consumo dos produtos comprados só por meio de recipientes e talheres de uso exclusivo, tudo para garantir que não haja resquícios de glúten nos utensílios.

Esta vida de cuidados e restrições é a rotina dos pacientes celíacos. No país eles seriam 300 mil pessoas segundo dados da Acelbra (Associação dos Celíacos do Brasil).

A doença celíaca nada mais é que a intolerância ao glúten, a proteína presente em cereais como trigo, aveia, centeio e ceva­da (malte). A adesão ao trata­mento é prejudicada em razão de dificuldades de diagnóstico.

A demora em descobrir a doença celíaca decorre de alguns de seus sintomas – como diarréia, vômitos, constipação e fadiga – serem comuns em outras doenças. (Veja quadro).

“O doente celíaco desenvolve uma atrofia da mucosa intestinal devido a uma agressão do organismo na presença do glúten. Essa atrofia vai levar a uma síndrome da má absorção de nutrientes. E altera a digestão de lactose, maltose e sacarose”, explica a médica Ana Lúcia Galhardo Guimarães, nutróloga do Hospital Vivalle, de São José, e membra da SBNPE (Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral).

PAPEL DO GOVERNO - A oferta de produtos especiais para portadores da patologia é, segundo o médico nutrólogo da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) Femando Chueire, um problema de saúde pública. “Considerando que a única forma de controle da doença é a exclusão do glúten da dieta e que a população brasileira possui um padrão de consumo rico neste nutriente (pães, biscoitos,  macarrão, cerveja etc), é necessário promover a organização social para garantir a segurança alimentar e nutricional dessas pessoas”, defende.

Se os pacientes, de certa forma, estão esquecidos pelas autoridades, o cenário já foi pior. Só em 2003 foi criada a Lei Federal número 10.674, que obriga a inserção da advertência “contém glúten” ou “não contém glúten” nos rótulos dos alimentos comercializados. Antes disso era mesmo um “salve-se quem puder”.

Doença celíaca retarda o crescimento

A doença celíaca geralmente se manifesta na infância entre o primeiro e o terceiro ano de vida, mas os sintomas podem surgir em qualquer idade.

“A criança pode apresentar quadro de diarréia crônica com má absorção de nutrientes, o que leva a um défit de peso e de estrutura. Atraso puberal também pode ser encontrado”, explica a médica Ana Lúcia Guimarães, do Vivalle. “Já na fase adulta, o  doente celíaco quando não tratado, tm risco aumentado de desenvolver anemia, desnutrição, oesteoporose, infertilidade, aborto espontâneo e cancêr de intestino.”

O nutrologo Fernando Chueire, ressalta que a doença pode permanecer latente ou com sintomas mínimos e ocasionais durante longos períodos da vida, o que também dificulta o diagnóstico.

“O caracter hereditário da doença torna imprescindivel que parentes de primeiro grau de celíacos façam testes de triagem para detecção da patalogia”, ressalta o médico .

Simtomas da Alergia

- Diarréia Crônica

- Cólicas

- Náuseas

- Vômitos

- Dor abdominal

- Constipação intestinal (prisão de ventre)

- Intolerancia ao leite (lactose)

- Perda de apetite

- Dificuldade de adquirir peso e facilidade para perdê-lo

- Baixa estatura ( crianças)

- Atraso na puberdade

- Fraquesa geral

- Alterações na pele (rash pruginoso)

- Infertilidade

- Diminuição na fertilidade

- Alterações no ciclo menstrual

- Anemia (po deficiência de ferro)

FONTE: Sindipan

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A Panificação Brasileira iniciou, em 2003, mais um ciclo virtuoso de crescimento. Em 2006 tivemos um crescimento do setor na ordem de 7,9 % e, em 2007 essa tendência se evidenciou – assistimos a um maravilhoso crescimento de 13,25% na média nacional. As padarias que participam do PROPAN, obtiveram um crescimento ainda maior, chegando ao patamar de 16,53%. Esses números traduzem a seriedade com que tratamos nosso negócio.
Ao contrário do que muitos acreditam a gestão de uma empresa de panificação é tão ou mais complexa do que muitos negócios do mercado. Gerenciar, profissionalmente, uma padaria requer a competência da gestão de uma indústria e a amplitude de controle na operação de um comércio. É bom que se diga que os resultados do nosso setor se deram em função do desenvolvimento focado em sua indústria. Padaria é, em sua essência, uma indústria e hoje nosso segmento sabe que sua sobrevivência e crescimento alicerçam nessa premissa. Somente com um resultado acima de 51% de venda de produtos próprios, poderíamos alcançar tão surpreendente resultado.
Números como esse, alcançados em 2007, mostram que nosso segmento está mais maduro e isso devido a uma série de ações implementadas pela ABIP, a partir de 2000, quando as ações das Entidades Regionais e Estaduais passaram a ter maior sintonia com as estratégias de nossa Associação nacional. As Entidades filiadas à ABIP, preservando sua individualidade, desenvolveram ações alinhadas com as estratégias nacionais. Houve um trabalho para evidenciar o valor nutricional do pão, a importância e valorização das padarias e dos padeiros, ampliação do mix de produtos e a busca essencial de profissionalização do negócio.
Hoje, podemos afirmar que o panificador que buscou profissionalizar sua gestão através do PROPAN, teve e tem uma bagagem de conhecimento que causam diferenciais estratégicos em seu negócio e impacta de forma positiva em sua lucratividade. Já em diversos momentos, falamos que o Programa de Apoio à Panificação – PROPAN é um divisor de águas na história da panificação. E tudo isso, graças à visão de médio e longo prazo de nossa ABIP. Importante também lembrar que nesse trabalho de desenvolvimento das padarias, houve resgate do papel e da presença das padarias na comunidade. Nossas padarias estão de cara nova, mais modernas, oferecendo aos nossos clientes mais opções de produtos e serviços, e “sem perder a ternura jamais”. A padaria faz parte da comunidade e é a comunidade.
Hoje estamos lidando com mais um desafio – o preparo de mão-de-obra para sustentar todo esse desempenho. Com um crescimento na ordem de 13,25%, geramos em 2007, aproximadamente 22.000 (vinte e dois mil) novos postos de trabalho. Ou seja, lidamos, hoje, com uma defasagem de mão-de-obra qualificada para o setor. Preocupados com isso, assinamos, ao final de 2007, contratos com o SEBRAE, SENAI e IEL, que nos permitirá o investimento nos Projetos Fornada de Talentos e Menor Aprendiz, atingindo a formação e profissionalização de mais de 10.000 (dez mil) novos profissionais. O SENAI, com sua presença nacional, é fundamental na formação de novos padeiros e confeiteiros. Sabendo que estamos defasados em relação à nossa necessidade, mas contamos, também, com o trabalho das Entidades Estaduais no preparo de profissionais, através de programas de qualificação. Esse trabalho regionalizado pelas Entidades, contribui de forma significativa para o preparo dos profissionais de nosso setor.
Temos muito que crescer nos próximos anos, tanto que a ABIP / PROPAN tem feito contato com fornecedores do setor e estão desenvolvendo o Projeto Marketing Associado 2008, onde trabalharemos, junto aos panificadores, os produtos e marcas que agregam valor aos produtos panificados e, assim, nos permitirá acelerar de forma qualificada e com qualidade, nosso crescimento.
Teremos ao longo de 2008, uma série de eventos e reuniões que permitirão aos nossos parceiros falar diretamente com o panificador, padeiro e confeiteiro. Sabemos que o papel da ABIP e Entidades filiadas é levar novas tecnologias e novos conceitos ao setor, pois é essa ágil inovação que nos permitirá manter o ciclo virtuoso de crescimento do setor em ascendência.

Carta do presidente da Abip

FONTE: ABIP

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Quando derretemos chocolate a manteiga de cacau contida nele se separa,sendo necessário temperá-lo para que ele fique novamente homogêneo. Temperar chocolate consiste,básicamente,em trabalhá-lo sobre uma base fria até que ele atinja a temperatura ideal. A temperatura ideal depende do tipo de chocolate à ser utilizado: O chocolate meio amargo,por exemplo,está no ponto quando atinge 30 ºC a 32 ºC, enquanto que o ponto dos chocolates branco e o ao leite é entre 29 ºC e 30 ºC. Para quem não tem termômetro em casa – como eu,por exemplo- existe alguns truques que,aliás,tem dado muito certo. Um deles é levar,em um palito,um pouco de chocolate ao lábio inferior; Se o chocolate passar uma sensação de gelado é porque está pronto para ser utilizado na confedção de bombons,trufas,pães de mel e o que mais a imaginação mandar. Lembrando que são três os métodos existentes para temperar chocolate. A saber:

- Método profissional

Nesse método o chocolate é resfriado em uma mesa de mármore ou granito até atingir a temperatura. É sem dúvida o que oferece melhor resultado. A desvantagem é que a maioria das pessoas não tem a mesa adequada em casa. Mas vale apena comprar uma.

- Método por difusão

Nesse método o chocolate pode ser temperado de duas formas:1º – Coloca-se uma parte (2/3) do chocolate picado em pedaços pequenos numa tigela de vidro e leva-se ao banho-maria para derreter. Uma vez derretido retira-se o chocolate do banho-maria e adiciona o chocolate restante picado. Agora é só misturar até que derreta os pedaços adicionados e ele atinja a temperatura. Caso precise,adicione mais chocolate picado até conseguir a temperatura correta. Lembrando que nesse método a temperatura é igual para todos os tipos de chocolates(branco,ao leite e meio amargo),uma vez que,nesse caso,a temperatura não pode ser controlada com exatidão. É justamente essa a desvantagem. Mas é bem prático.2º – Se preferir pode colocar todo o chocolate na tigela e mergulhar a mesma no banho-maria por alguns segundos e misturar bem. Faça isso até que o chocolate esteja derretido e temperado ao mesmo tempo. Caso você discuide e o chocolate aqueça demais,acrescente algumas raspas de chocolate e controle a temperatura.

Método caseiro

Esse é o método utilizado por donas de casa. É muito popular pois vem estampado nas embalagens da maioria dos chocolates em barra vendidos no Brasil. Nesse método o chocolate derretido é colocado dentro de uma tigela de vidro e,logo em seguida,dentro de um banho-maria frio. Mexe-se o chocolate até que atija o ponto. O resultado também é super bacana mas o cuidado deve ser dobrado,uma vez que chocolate odeia água.
Bem,agora que conhecemos os métodos vamos aprender a temperar chocolate utilizando um deles.

MÉTODO PROFISSIONAL

Derreta o chocolate em banho-maria, conforme explicado.Deite todo o chocolate sobre uma pedra de granito e, com uma espátula de metal, misture bem, espalhando e jogando o chocolate sobre ele mesmo até atingir 30ºC (a essa temperatura o chocolate passa uma sensação de gelado quando, com um palito de dente, levamos um pouco até o lábio inferior). Volte o chocolate já temperado para a tigela que ele se encontrava antes e misture vigorosamente por uns 30 segundos. Agora é só utilizar para banhar e moldar bombons, truffas, fazer placas e decorações para tortas e o que a imaginação mandar.

FONTE: Deghust

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A maioria das pessoas que utiliza a técnica do banho-maria para derreter chocolate, inclusive alguns professores de gastrônomia, coloca a água numa panela e dentro dessa panela, a vasilha contendo o chocolate. Nem percebem que o recipiente com o chocolate desloca toda a água do fundo do banho-maria, deixando o chocolate totalmente exposto à fonte de calor.
Consertar o erro é muito fácil e faz muita diferença: Basta colocar um prato emborcado dentro do banho-maria. Esse pequeno detalhe vai impedir que o chocolate fique exposto ao calor excessivo, e, ao mesmo tempo, impedir que a água ferva, que é, depois da falta de paciência, o maior erro que cometemos quando trabalhamos com chocolate.
É muito importante dizer que para derreter chocolate a temperatura do banho-maria deve está entre 45º e 50º graus (ou menos). É igualmente importante nunca derreter chocolate com a chama do fogão acessa.

Derretendo o chocolate

1º - Pique o chocolate em pedaços mais ou menos do mesmo tamanho. Coloque em um recipiente de vidro ou inox. Reserve.
2º - Prepare o banho-maria: Dentro de uma panela um pouco maior do que o recipiente do chocolate, coloque um pratinho (pires) emborcado. Feito isso, coloque água até que o pires esteja totalmente coberto ( a água deve está, de preferencia, 1cm à cima do pires).
3º - Leve a panela ao fogo até começar aparecer pequenas bolhinhas no fundo. Caso tenha um termômetro, verifique a temperatura (45º C a 50º C é ideal). Apague o fogo e coloque a vasilha contendo o chocolate dentro do banho-maria. Mexer de vez em quando é muito importante. Se a água esfriar e o seu chocolate ainda não estiver derretido reaqueça o banho-maria e coloque o chocolate novamente para derreter.

FONTE: Deghust

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Com o tema “O pão nosso de cada dia nos dai hoje”, o SIPCEP – Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria no Estado do Paraná e a FIEP – Federação das Indústrias no Estado do Paraná, através do Colégio SESI – Ensino Médio lançam concurso de redação e elaboração de sanduíche, que devem envolver 21 escolas, com aproximadamente 1800 alunos, no período compreendido de 12 de fevereiro a 18 de abril de 2008, visando mostrar a importância do pão como um dos alimentos mais completos.
Segundo Márcia Rigon, do Conselho do Colégio SESI serão dois concursos distintos, podendo os alunos participar nos dois, sendo Categoria I – Redação, de caráter obrigatório, em folha própria do concurso, com um mínimo de 15 linhas e no máximo 30 linhas manuscritas e, Categoria II – Elaboração de Sanduíche de caráter opcional, podendo cada aluno participar com um trabalho em cada categoria.
Rigon informa que a primeira fase acontece nos colégios do SESI, com inscrição nas secretarias de cada escola, onde cada um escolhe o melhor por escola em cada categoria, até o dia 30 de abril. O 2º passo que é a fase final acontece no CIETEP, dia 30 de maio, às 15h00 com uma comissão organizadora mista composta por representantes do SIPCEP, professora de Português, nutricionista, professora de Biologia, diretores e representantes do SESI.
Os vencedores do concurso da Categoria I – Redação serão premiados com:
1º lugar – uma viagem para Minas Gerais, compreendendo no roteiro Belo Horizonte, Ouro Preto e Tiradentes, com um acompanhante;
2º lugar – uma viagem para Brasília , com um acompanhante;
3º lugar – um computador.
Já na Categoria II – Elaboração de Sanduíche a premiação será
1º lugar – uma viagem técnica para o Rio Grande do Sul para visitar a fábrica do Moinho Nordeste, com direito a um acompanhante;
2º lugar – uma viagem técnica com destino a ser confirmado pelo patrocinador com um acompanhante;
3º lugar – uma viagem técnica com destino a ser confirmado pelo patrocinador com direito a um acompanhante.
Todas as viagens terão duração de 4 dias, com passagens aéreas e acomodação em hotel 4 estrelas.
A premiação acontece durante a Feira Paranapão.
Joaquim Cancela Gonçalves, presidente do SIPCEP, enfatiza que o concurso fortalece o intercâmbio entre o Sindicato da Panificação, a FIEP e o Colégio SESI, onde os grandes beneficiados serão os alunos que vão poder conhecer mais sobre o pão nosso de cada dia, vendo sua aplicação sociológica e biológica, numa clara ação de união de forças para fortalecer a panificação paranaense, visando uma integração total com a indústria.
Divulgação: W B C – Assessoria de Comunicação
Assessor de Comunicação: Eugenio Torres
Fone: 41 32470569 – 41 91667616 – 41 91326135
E-mail: wbc@sulbbs.com.br

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